o outro nome do mapa

Uma coisa é certa, se o Carnaval é passado no Portugal “O” Meeting, então não é menos verdade que o fim-de-semana seguinte também é passado noutro lugar qualquer, de mapa na mão para mais uma prova de WRE. E foi o que aconteceu nos dias 25 e 26 do mês passado. Desta feita foi o COC (quer dizer, como no ano passado) que acolheu esta prova, no rebaptizado mapa das Dunas da Rainha. Um terreno composto por floresta de pinheiro, sem grandes desníveis, e praticamente sem vegetação.
Foi mais uma prova com a subdivisão da Elite masculina dado o elevado número de inscritos neste escalão. Assim, corri mais uma vez ‘apenas’ na Elite Masculina.

No entanto, esta aventura começou na 6ª feira ao final da tarde, quando arrancamos para a Marinha Grande (e falo no plural, porque claro está a tripulação dessa famosa viatura, apelidada de escáfia-mobil, era a do costume, eheh). Uma paragem a meio-caminho para reabastecer a barriga e soltar umas gargalhadas, e lá chegámos ao nosso destino. Essa noite foi qualquer coisa de muito frio, mesmo (meu rico pavilhão de Viseu!).

Quanto às provas, no sábado foi dia de tirar a barriga de misérias. Já há muito tempo que não corria num mapa destas características. Quase que tinha saudades! Mas se é que as tivesse, “matei-as” de certeza. Os 18,7km, que para mim poderia ser chamada de distância ultra-longa, foram algo de muito penoso tal foi o tempo por lá andei a ‘aproveitar’ o mapa…2h52’32” 😯 …que dor!


Até que nem comecei mal a minha demanda na busca dos 33(!) pontos de controlo, tendo até ao 6º (o de espectadores) um desempenho razoável, sem grandes perdas de tempo, sem grandes desvios de trajectória.
Os erros começaram depois, uns maiores que outros, e que lentamente me deitaram a baixo toda a moral que para ali tinha trazido (agora que penso, se calhar foi pouca…). Dois deles, o ponto 9 e o 15 (imagem pequena), foi onde perdi a maior quantidade de tempo. No primeiro, foram cerca de 5′ de desorientação, e no segundo foi ainda pior, um ponto que se faria em condições normais no em 4′, eu levei mais 10 do que era esperado. Acredito que tenha sido um momento de grande desconcentração que me levou a não raciocinar de maneira correcta, e mais, a não fazer o que a “lei” manda fazer nestas alturas…enfim
Depois, a “estucada final” – daquelas que nos matam a alma – é ver, que quando estamos a passar no ponto de espectadores (ali ao pé da arena), ainda nos mandam dar uma volta do catano (+3km) até terminar.

No domingo, refeito da ‘dor’ que foi o dia anterior, e com o jantar de “alto gabarito” da noite anterior, enfrentei a prova desse dia (distância média – 7,3km) com outra mentalidade apesar de ser no mesmo terreno, “tentar ir sempre seguro”! E o que é certo é que foi bastante melhor, como se pode ver no mapa ao lado.
Apenas, com uma distracção na interpretação do relevo na trajectória para o ponto 6 (que me custou 3′) e uma volta mais larga no ponto 19. O saldo deste dia foi de 54’45”, o que me deixou bastante mais satisfeito.

E com este fim-de-semana concluiu mais uma etapa de orientação carnavalesca! Para o ano há mais, em Idanha-a-Nova e na Praia do Osso da Baleia, respectivamente pela ADFA (POM) e pelo COC (ahh, que giro outra vez o COC a fazer a prova pós-POM!).

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